segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Reflexão sobre a cegueira



"Vamos supor que eu seja um homem cego e use uma bengala. Eu vou por aí e tap, tap, tap.
Onde começo eu?
O meu sistema mental termina na mão que segura a bengala?
Estaria o limite na metade da bengala ou em sua extremidade? Se
fossemos avaliar sua habilidade em andar, qual seria a unidade de
análise mais apropriada: o homem sozinho ou ele e a sua bengala?"
Gregory Bateson